quinta-feira, 8 de agosto de 2013

AMAPÁ > 70 ANOS DE CRIAÇÃO EM 13.09.2013

Nos 70 anos de criação do AMAPÁ, a capital é uma FOSSA A CÉU ABERTO >

" Em 1943, pelo Decreto-lei 5.812, de 13 de setembro, o governo federal criou o Território Federal do Amapá. Em 1945", quando se procedeu à nova divisão territorial, a parte do Amapá ao norte do rio Cassiporé passou a constituir o município do Oiapoque, e, em dezembro de 1957, foi mais uma vez desmembrada, para a criação do município de Calçoene, com a cessão de terras ao norte do rio Amapá Grande.
Houve vários projetos instalados no Amapá com o objetivo de desenvolver economicamente o mesmo, um deles foi o Projeto Jarí (entre 1967 a 1982) na margem esquerda do rio Amazonas em terras de Monte Dourado e Laranjal do Jarí. O empresário Daniel K. Ludwig visava a produção de arroz e criação de gado, além da produção de celulose na região. Com o fim do projeto, milhares de hectares foram destruídos pelas queimadas e plantio da Seringueira. Outro projeto  foi a ICOMI (Indústria e Comércio de Minérios), que sustentou a economia amapaense entre 1953 e 1997.

A transformação do território federal em estado foi decidida pela Assembleia Nacional Constituinte em 1988, e em 1º de janeiro de 1991 foi instalado o estado do Amapá, com a posse dos 24 membros da primeira Assembleia Legislativa. Em 1997, na esteira da crise da emissão de precatórios em vários estados, foi liquidado o Banco do Estado do Amapá.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

ONDA VERDE

TUDO VERDE......

Sem criatividade a Assembleia Legislativa do Amapá ENTROU NA ONDA VERDE de seus vizinhos, de um Lado o CCA VERDE, do outro a AGU VERDE, mas a frente a Maternidade MÃE LUZIA VERDE.
BEM QUE PODERIA TROCAR DE COR OU DEIXAR A ANTIGA QUE AINDA ESTAVA RECENTE.
PARA MUITOS FOI DINHEIRO JOGADO FORA.

ONDA VERDE



TUDO VERDE......

Sem criatividade a Assembleia Legislativa do Amapá ENTROU NA ONDA VERDE de seus vizinhos, de um Lado o CCA VERDE, do outro a AGU VERDE, mas a frente a Maternidade MÃE LUZIA VERDE.
BEM QUE PODERIA TROCAR DE COR OU DEIXAR A ANTIGA QUE AINDA ESTAVA RECENTE.
PARA MUITOS FOI DINHEIRO JOGADO FORA.

sábado, 3 de agosto de 2013

DEPOSITO DE LIXO NAS BACABEIRAS DO AMAPÁ

SEM CONTROLE, flanelinhas do centro da cidade, fazem das BACABEIRAS do TEATRO, DEPOSITO DE LIXO.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

MERECE REPRODUÇÃO

Por unanimidade, o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) recebeu, nesta quarta-feira (31), nova denúncia contra seis pessoas acusadas de participação em um esquema de corrupção, que resultou em desvio de R$820 mil dos cofres do Poder Legislativo amapaense. Dentre os acusados, estão o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), deputado Moisés Souza, o ex-presidente da Casa, Jorge Amanajás, e o deputado estadual Eider Pena. Os réus responderão por formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e ausência de procedimento licitatório.
 
A denúncia é resultado do Inquérito Civil Público 047/2012, conduzido pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Cultural e Público de Macapá – PRODEMAP, que ficou conhecido como o “caso MFX”. De acordo com o promotor de Justiça Afonso Guimarães, entre os dias 21 e 25 de janeiro de 2011, últimos dias do mandato de Jorge Amanajás como presidente da ALAP, e do deputado Eider Pena como primeiro secretário da mesa diretora, foi efetuado um pagamento no valor de R$ 820 mil à empresa MFX Ltda. – ME, inscrita na Junta Comercial do Amapá – JUCAP no ramo da construção civil.

Ao ser ouvido pelo MP-AP, durante a apuração, o ex-deputado Jorge Amanajás disse não se recordar do objeto da contratação realizada com a empresa MFX, mesmo tendo autorizado o pagamento de R$820 mil nos últimos dias de sua gestão, e sem a realização de processo licitatório. “Não houve qualquer serviço prestado à Casa de Leis, e tudo não passou de uma operação simulada com o fim de desviar e lavar o dinheiro público”, assegurou o promotor.

Para o Ministério Público, Moisés Souza teria sido diretamente beneficiado com o pagamento efetuado nos últimos dias da gestão de Jorge Amanajás, sobretudo depois do depoimento prestado por Wilson Nunes de Moraes, que, na ocasião, ocupava o cargo de secretário de Finanças da ALAP, e disse ter certeza de que as notas para o pagamento de R$ 820 mil à empresa MFX foram levadas por assessores de Moisés.

Considerando o conjunto de provas apresentadas pelo MP-AP, o juiz convocado Mário Mazurek, relator da ação penal, afastou todas as alegações da defesa e determinou a notificação da Assembleia Legislativa para que tome conhecimento do recebimento unanime da denúncia. Tomaram parte no julgamento os desembargadores Raimundo Vales, Constantino Brahuna, Dôglas Evangelista, Carmo Antônio, Luiz Carlos (presidente do TJAP) e o juiz convocado João Lages.

A procuradora-geral de Justiça, em exercício, Estela Maria Pinheiro do Nascimento Sá, representou o MP-AP durante a sessão e comentou o resultado. “O recebimento da denúncia demonstra a seriedade na atuação institucional desenvolvida pelo Ministério Público, na busca da elucidação de atos lesivos e antijurídicos constatados em tese, contra os acusados”, disse.

Mais detalhes do funcionamento do esquema criminoso

Os pagamentos efetuados em favor da empresa, realizados em cinco cheques, foram depositados na conta pessoal da denunciada Ana Margarida Marques Fascio, que não possuiu nenhuma relação aparente ou formal com a empresa MFX, conforme consta nas peças extraídas do Inquérito Civil Público.

A movimentação de sua conta bancária informa que, logo depois dos depósitos, Ana Margarida realizou vários saques e transferências de elevadas quantias. “Isso deixa claro que os depósitos realizados na sua conta não passaram de tentativa de tornar lícito o ativo financeiro desviado da Assembleia Legislativa”, afirmou, na época, o promotor Afonso Guimarães.
As investigações alcançam o deputado estadual Moisés Souza ao constatar que o parlamentar utilizou, reiteradas vezes, notas fiscais da empresa MFX em seus pedidos de ressarcimento da chamada verba indenizatória. Além disso, consta nas peças da apuração uma procuração em que Antônio Armando Barrau Fascio Terceiro, irmão de Margarida Marques Fascio, ambos assessores de Moisés Souza na ALAP, foi nomeado procurador da referida empresa, em 2008, logo depois de sua constituição. Só foi substituído anos depois por Edielson Pereira Nogueira.

Os denunciados

1 – Jorge Emanoel Amanajás Cardoso, ex–presidente da Assembleia Legislativa, responsável direto pelo pagamento de R$ 820 mil em favor da empresa MFX. Acusação: Formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e ausência de procedimento licitatório (Art. 89 da Lei. 8.666/93).

2 - Eider Pena Pestana, deputado estadual, ex-primeiro secretário da mesa diretora na gestão de Jorge Amanajás, um dos responsáveis diretos pelo pagamento efetuado à empresa MFX. Acusação: Peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro e ausência de procedimento licitatório (Art. 89 da Lei. 8.666/93).

3 – Moisés Reátegui de Souza, deputado estadual, presidente afastado da Assembleia Legislativa. Mantém estreita relação com os operadores da empresa MFX e teria sido diretamente beneficiado com o pagamento efetuado pouco dias antes de assumir a presidência da Casa. Acusação: Formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

4 – Ana Margarida Marques Fascio, advogada, antiga assessora no gabinete do deputado Moisés Souza, figurou até fevereiro de 2011 na folha de pagamento da ALAP. Acusação: Peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
5 – Edielson Pereira Nogueira, esposo de Ana Margarida, endossou os cheques como procurador da empresa MFX. Acusação: Peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

6 – Ary Guedes da Silva, vigilante, atuou como “laranja”, pois emprestou o nome para o registro da empresa MFX e é acusado de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
SERVIÇO:
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

FLAVIO SOUZA, HUMANISMO LATENTE

(Titular da 4ª Delegacia de Policia – Bairro do Congós-Macapá-AP)

Por> Neca Machado (Especialista em Educação Profissional, Jornalista Colaboradora com DRT-AP e Bacharel em Direito)


“A Classificação Brasileira de Ocupação (CBO, define como responsabilidade de um Delegado de Polícia presidir com exclusividade as atividades de polícia judiciária, dirigir e coordenar as atividades de repressão às infrações penais, restabelecer a ordem e segurança individual e coletiva; além de administrar as atividades de interesse da segurança pública, expedir documentos públicos e administrar recursos humanos e materiais.”
A população clama pelo exercício da função humanística no serviço publico, porem, infelizmente exercida de maneira errônea por muitos profissionais que ao assumirem os cargos considerados relevantes e PUBLICOS esquecem o exercício de seu mister e  tratam o usuário do serviço publico de maneira desumana.
Mas, existem as exceções, e um deles é FLAVIO SOUZA, paraense que abraçou o estado do Amapá e hoje se destaca como um dos mais expressivos representantes da Policia Civil do Amapá, exerce suas atividades como Titular da 4ª Delegacia do Bairro do Congós e é respeitado pela população por sua Competência, seriedade e exercício das normas de conduta humanísticas ao ser humano, faz a diferença na classe por não ter distinção entre quem procura sua instituição e seus colaboradores, é afetuoso com o publico e racional na busca por solução dos problemas cotidianos.
Mereceria estar no primeiro escalão governamental da Segurança Publica tucuju.