+ DE 200 MIL CURIOSOS AQUI- PORTAL INTERNACIONAL; COM INFORMAÇÕES, FOTOS E VIDEOS REAIS- ( FOTOS de minha propriedade não podem ser REMOVIDAS, se REMOVER FOTOS VAI SER PROCESSADO > TEM direitos autorais sob pena da Lei nº 9.610, de 19/02/1998 (Lei de Direitos Autorais). (EU FAÇO JORNAL DIGITAL-(PAGUE 1 REAL) PELA SUA CURIOSIDADE) (BANCO BRASIL/ Ag.2825-8 c/c 29598-1) APOSENTADA COMO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO /MORA NA EUROPA)
segunda-feira, 4 de março de 2019
domingo, 3 de março de 2019
sábado, 2 de março de 2019
CONTOS DA NECA MACHADO NO MUNDO
CONTOS
DA BEIRA DO RIO AMAZONAS
OS
ENCANTOS DO POÇO DO MATO
A lata de manteiga bem ariada, é
instrumento de trabalho de Nega Piedade, rebolando as cadeiras ela desce
preguiçosa e com ares de princesa de ébano as ladeiras que circundam o entorno
do POÇO DO MATO, cantarola sem letra uma canção indecifrável aos ouvidos dos
mortais.
Ela retira com cuidado os cipós que
atrapalham seu caminho e segue sorrateira como uma cobra a dar o bote. No lado
esquerdo um pedaço de pano no ombro, puído pelo tempo e no braço direito a
famosa lata de manteiga que serviria para levar o liquido precioso para os
patrões degustarem após a ceia matinal e para ajudar nos afazeres domésticos.
Negra Piedade brilha na sua cor lustrada
pelos raios dourados do sol que banham aquela manhã, e ela num misto de magia
faz parte de uma aquarela. O POÇO DO MATO tornou-se inatingível, distante, e a
negra no viço da idade não percebe, o canto do pássaro é sua companhia, e a
caminhada é longa, ela levanta a blusa, mostra seus seios rijos ao sol e enxuga
o suor da testa.
Ao abrir os olhos o POÇO DO MATO surge
como por encanto a sua frente e suas águas jorram como faíscas prateadas
lavando o céu.
Piedade é só alegria, suas companheiras
não apareceram e ela agradece por não ter que dividir espaço com ninguém em
busca da água. A negra furtiva e exausta da caminhada observa se alguém se
aproxima, seu suor é forte nas entranhas, seu cabelo carapinha, e os calos nos
pés são esquecidos por um momento e ela se entrega aos sonhos, sentada ao redor
do POÇO DO MATO encantado, dos Campos do Laguinho.
O Moço branco de camisa engomada,
perfume francês estende-lhe suas mãos, e Piedade não recusa seu convite,
levanta assanhada, arruma os cabelos, ensaia seu sorriso mais branco, balança
as cadeiras, empina os seios num frenesi e exclama: sou toda sua Sinhô!
O moço ergue-a do solo, levita com ela
naquele cenário e Piedade emudece, os pássaros continuam a cantar, as arvores
deslizam suavemente ao balançar do vento e a brisa que sopra não a desperta de
seu sonho irreal.
O POÇO DO MATO é a única testemunha da
Negra Piedade e cúmplice em seu prazer carnal. As horas são intermináveis e
preocupam os seus patrões, seus conhecidos e os vizinhos da negra Piedade.
Escurece, a Rasga Mortalha solta seu
grito ensurdecedor, o céu tem muitas estrelas, o vento é frio e o Poço do Mato
assustador, negra Piedade não voltou, os moleques correm com lamparinas pelo
mato, cachorros servem de companhia a procura de negra Piedade, e nem sinal
dela. A noticia se espalhou, o seu sumiço é comentado em todas as esquinas, e
em todos os bairros, a população que mora na Favela e no Elesbão ficam
estarrecidos.
As lavadeiras e as carregadeiras de água junto
com as moças virgens são proibidas de irem ao Poço do Mato sozinhas.
Por que?
Negra Piedade foi ENCANTADA no Poço do
Mato dos Campos do Laguinho.
“Olha
sinhô,
Olha
sinhô
No
poço do Mato
Essa
Negra se encantou...”
ARCAISMOS
DO LAGUINHO
Laguinho
é meu lugar...
Matéria
publicada no caderno de cultura do Jornal Diário do Amapá em: 25 de fevereiro
de 2003.
O Bairro do Laguinho é um recanto
primoroso do Amapá, possui figuras expressivas no âmbito cultural, folclóricas,
boemias, caricatas, anônimas, enfim...
O Laguinho se imortalizou por falar de
poesia, sem o compromisso formal da escrita. No Laguinho encontramos o negro
soberbo da sua cor, o poeta que cria trovas ao acaso, o boêmio que amanhece
fora de casa, e ainda na rua interpreta poemas criados na noite anterior
debruçado sobre uma cadeira de um bar qualquer.
Arcaísmos do Laguinho é a rebusca por
palavras em desuso, antigas, antiquadas... Falar de um Pitisqueiro que guardava preciosidades em suas gavetas de puro
mogno, e que o verniz não saiu com o tempo, é salutar para a memória, abicorar passarinho no Poço do Mato, sem ser incomodado
por horas a fio, quieto, calado, feito uma estatua, quase morto... Desmintir o pé numa pelada nos campos do
Kouro e levar para a famosa puxadeira Maria Cunha, Sacaca, Crioulo Branco, ou
outros famosos que davam jeito na rasgadura do pé com a rapidez de um mágico.
Ataia, ataia... Os caminhos sem demora
para se chegar aos objetivos propostos, ir na retrete e deixar a porta aberta era mania de todo mundo, só
fechavam a porta quando alguém aparecia de repente.
Alguém estava Cuira para saber das ultimas novidades que as fofocas espalhavam, tiriça curtida depois de um bom gole de
açaí amassado pelas mãos da Tia Geralda, a canela de um moleque magro, intanguido, tuira de não tomar banho, ou
quando tomava era pela metade...
A cabeça de prego que trazia doenças e
ficava nas valas empossadas ao lado, era um perigo diziam as velhas amas.
Menino corre da frente dessa cintina, gritava a mãe de vez em quando,
Eré, Eré para mandar embora os
inconvenientes, rodilha quebra com facilidade, cuidado! Só como paçoca feita em
mufari(pilão). O Laguinho será sempre um lugar de saudade, aconchego e muitos
amigos...
A LUA ME CEGOU!
CONTOS DA BEIRA DO RIO AMAZONAS
Por
> Neca Machado
(Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental,
Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia,
fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, Pesquisadora da Cultura
Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Licenciada Plena em Pedagogia, Jornalista,
Blogueira com 21 blogs na web, Quituteira.
A velha rua da Praia acordou com os
gritos assustados de alguém que perambulava sem rumo, gritando em uma voz cheia
de medo: “A Lua me cegou, a lua me cegou, a lua me cegou...”
Maltrapilho, descalço e parece CEGO.
Foi assim que o delegado de polícia da
capital o encontrou, foi chamado por moradores que assustados pareciam
petrificados sem entender a situação. O delegado abriu os olhos do coitado, e
sem explicação nenhuma, dizia que não tinha nada ali, deve ser um “cisco” que caiu
no teu olho, repetia. E o pobre Homem continua a gritar: “foi a lua, foi a lua,
foi a lua…”
Foi levado num camburão da polícia para
o Hospital geral que era o mais próximo da rua da praia. E por orientação
medica foi mandado para o departamento de psiquiatria.
No outro dia, parentes avisados o
procuram por lá, ainda estava cego.
A Mãe repetia que ele “era bom”, não
tinha problemas nos olhos, que enxergava tudo, que andava sozinho por Macapá,
que gostava dos puteiros e do quebra mar.
Mas, enfim, ele estava cego!
A cegueira repentina para ele tinha uma
causa: “Foi a Lua”
Ainda meio tonto dos remédios que lhe
deram, ele tentava lembrar de alguma coisa.
Disse que estava na frente do Mercado
Central, que pegou um carreto de bananas e foi deixar na quitanda da Mulher,
que nem sabia o nome, e que ela tinha lhe dado uns trocados, e que feliz foi
tomar umas no boteco da esquina com uma morena que acabara de chegar no Igarapé
das Mulheres e agora fazia “ponto” por ali...
Depois foram passear no trapiche, que
naquela noite tinha uma bela LUA.
Ainda tentou fazer uma poesia, mas não
era letrado.
De mãos dadas correram os dois pela
Pedra do Guindaste, sempre fitando a Lua, redonda feita uma peteca azul dizia
ele.
Parece que era meia noite.
E aí, foi quando lembrou que não
enxergava mais.
A última visão foi a LUA. Cheia de
gente, cheia de mistérios, cheia de desejos inimagináveis...
E agora ele CEGO.
Os anos se passaram e ele continua a
repetir, muitas vezes agora com uma velha bengala de companhia “FOI A LUA, foi a lua, foi a Lua...”
Foi culpa da LUA.
A
LUA ME CEGOU!
(Para muitos Pajés da floresta Amazônica
a LUA e cheia de mistérios, encantos e enigmas. Cuidado, a LUA também deixa
marcas…)
sexta-feira, 1 de março de 2019
MEMÓRIAS DE PUTAS VELHAS BY NECA MACHADO (PESQUISAS)
PUTAS VELHAS
TEM MUITAS ESTORIAS, E NÃO GUARDAM SEGREDOS...UM DIA CONTAM
TODO MUNDO
SABE...
SEGREDOS ?
NEM TANTO....
LIVRO DIGITAL
CRONICAS DA NECA MACHADO
“MEMORIAS DE PUTAS VELHAS-LEMBRANÇAS AMARGAS”
(PUTA VELHA, E O VESTIDO DA MADAME.)
PESQUISAS.
(Para que segredos?) Eu amo escutar...
BIOGRAFIA
Neca
Machado (Ativista
Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos
Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é,
Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental,
Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia,
fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, premiada em 2016 com
classificação na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso
Urbs, classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau
Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista,
Cronista, Poetisa, Coautora em 16 obras lançadas em Portugal em 2016, 2017, e
uma em Genebra em 2018, em edição bilíngue português e inglês, Licenciada Plena
em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no
Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)
LIVRO DIGITAL
CRONICAS DA NECA MACHADO
“MEMORIAS DE PUTAS VELHAS-LEMBRANÇAS AMARGAS”
(PUTA VELHA, E O VESTIDO DA MADAME.)
PESQUISAS.
Antigamente,
nem tão longe em Macapá, a população tinha mania de frequentar o velho Mercado
Central.
Ele
realmente era palco de encontro entre Pioneiros que iam para
serem vistos e verem e ouvirem as novidades.
Em
Macapá com a vinda de Janary Nunes, também veio muito Doutor. (Não
fizeram doutorado nem mestrado, mas ganharam de presente o título de DOUTOR.)
E
as suas ESPOSAS, algumas delas foram ficando por aqui, e gostavam do bucolismo
da cidade, mas a vida era meio monótona, e para mudar essa rotina, também
vieram CAFETINAS de fora, muitas se gabavam que
eram do Sul do País, tinham apenas alguns olhos diferentes, alguns azuis,
outros amarelos, verdes eram a sedução, atravessaram apenas o Rio Amazonas e se
deram bem por aqui, e algumas também se deram bem, até em Caiena na Guiana
francesa,mas isso fica para outra estória.
E lá foi
a Madame “metida e pavulagem” ao Mercado Central.
Cheia de
não me toques, dedinho em riste para a doméstica que a acompanhava, passou pelo
açougue, foi no boxe do japonês ver as verduras para uma tal sopa, que o doutor amava,
comprou cheiro verde, chicória, gostava de alfavaca, há gritou, vamos ali que
esqueci do alho...
A ideia
não foi boa.
Olhou, olhou
de novo, esfregou o olho, olhou para a serviçal, e disse surpresa:
“ACHO QUE VI MEU VESTIDO
ALI...”
ONDE?
Perguntou a
Mulher espantada.
Naquela
Mulher de cabelo longo.
É o meu
vestido sim!
Aquele
vestido é meu, eu comprei em Belém do Pará, só tinha ele, é o meu vestido sim!
Apontou o
dedo, deu um grito forte, é o MEU VESTIDO.
E a PUTA
VELHA:
MANA DO
CEU!
Me virei
e vi uma MULHER DIABOLICA.
A Mulher
tinha pegado santo.
Tirou o
sapato jogou em cima de mim,
Mas, como eu era mais esperta, corri feito Catita com fome.
E nem sei
onde cheguei.
A língua
estava para botar para fora, meio palmo.
Meu coração
batia tanto, que pensei que ia morrer.
Nem sei
como cheguei no PUTEIRO para contar a história.
Depois do
susto rimos o dia todo que quase me mijo de tanto rir.
EU
( ) tinha meus clientes fixos, mas de vez em quando ia no
Mercado Central achar um PATO.
E GANHEI
O TAL VESTIDO DO DOUTOR
MENTIROSO
Disse que
tinha trazido de uma de suas viagens,
Especialmente
para mim.
E olha que
confiei, e tratei ele feito um REI.
Mas, bem
que lembro, tinha um cheiro de SUVACO forte.
E AINDA
PERGUNTEI: ESSE VESTIDO NÃO É USADO?
E ELE:
Com cara de
SANTO.
Não,
Imagina,
alguém deve ter experimentado e não deu e deixou o suor.
ACREDITEI.
Quase a
MULHER ME MATA.
Depois
virei esperta.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
SECULO
XXI
As PROSTITUTAS do
século XXI, não gostam mais de perfumes baratos, nem de sapatos de marreteiros,
e nem de vestidos USADOS de esposas fieis ( )
Gostam de
viagens internacionais, Roupas de marca, bolsas DG, Joias de ouro, diamante,
carros de Luxo, sapatos de saltos vermelhos, querem CASAR, fazem universidade,
GOSTAM DE DUBAI...
E AS
VELHAS MADAMES NEM TANTO SÃO FIEIS.
Nem
tanto, quando sabem das traições, dão o TROCO.
Muitas
ainda precisam se resguardar porque tem a TAL SOCIEDADE, o casamento já acabou
há muito tempo. MUITO MARIDO tem dupla personalidade, são avós e maridos
EXEMPLARES, mas, na alcova, são homossexuais, tem doenças como hepatite C, e
ainda as contaminam.
COITADAS.
Todo
mundo sabe.
SEGREDOS
PARA QUE?
SE TODO
MUNDO SABE.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
MEMÓRIAS - "NEM PRA PUTA TU PRESTA"....
LIVRO DIGITAL
CRONICAS DA NECA MACHADO
“MEMORIAS DE PUTAS VELHAS-LEMBRANÇAS
AMARGAS”
(... NEM PRA PUTA TÚ PRESTA!)
PESQUISAS.
BIOGRAFIA
Neca Machado
(Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia,
através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil,
é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental,
Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia,
fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, premiada em 2016 com
classificação na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso
Urbs, classificada com publicação de um
poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da
Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 16 obras lançadas em
Portugal em 2016, 2017, e uma em Genebra em 2018, em edição bilíngue português
e inglês, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com
25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em
crochê.)
Quando ELA ( ) chegou na “currutela” do recém inaugurado garimpo
lá para as bandas do Lourenço, a notícia se espalhou feito febre, era uma nova
presa levada por uma cafetina que tinha vindo do nordeste, e feito fama entre
as novatas a pretendentes a esposa de garimpeiro “bamburrado” diziam que dava sorte.
Contaram
tanta mentira, que parecia a terceira guerra mundial.
Uns
diziam que ela era um Anjo,
Outros
que: Ela era um demônio vestido de Anjo,
E
ainda outros correndo por fora, diziam que seriam os primeiros, e que
precisariam trabalhar muito, porque a notícia era que o preço era a base de
muito ouro, linda e virgem, iam fazer leilão.
Boca Rica
sorria agitado.
Quando
ganhou seu primeiro dinheiro com a venda de algumas gramas que achou numa
bateia velha, se animou.
Prometeu
que pegaria mil malárias, mas, jamais desistiria do sonho de ser um milionário.
Sem
dentes, alguns ainda resistiam a muita carne dura com farinha baguda, assim que começou a ganhar
mais, e a descobrir veios mais potentes de ouro, ele logo procurou alguém para
mudar sua aparência, e não é que conseguiu; virou o Boca Rica, mandou botar numa dentadura, dentes de puro ouro, e
gostava de rir para aparecer diziam as putas mais velhas, e tinha a
preferência.
E ELA foi ficando por lá, os
anos se passando, puteiros gritavam
um ao lado do outro, uma mais espelunca do que o outro, camas velhas, suadas de
homens sujos, cheios de inhaca
forte, uns velhos da lida, outros sem nenhuma higiene, ela teve que aturar
muito homem sem dente, querendo ser gentil, com bafo forte, e ainda tinha os cachaceiros, cruz credo.
E as
doenças?
Teve
centenas, que nem sabe o nome, só sabe que tinha esquentamento.
Quando
estava com baixa imunidade apareciam umas piras
do lado da boca, ELA dizia que era
sapinho.
Coitada (nem sabe e nem
conhecia Herpes)
Foi quando num certo dia, cansada de não
ter feito um pé de meia.
Começou
uma briga com uma novata, por causa de um cliente que preferiu a outra, que lhe
empurrou, e ELA caiu, machucou a
perna e gritou todo tipo de palavrão, só não chamou de Santa a Puta nova.
Com a
roupa rasgada, maltrapilha, dentes podres, o cabelo devia ter centenas de
piolhos, a perna só celulite, cabelos que antes eram de seda, agora: só o
resto, o peito caído, ...
A Puta Nova gritou:
NEM PRA PUTA TU PRESTA! VAGABUNDA, VAI LIMPAR CHÃO.
Assinar:
Postagens (Atom)